Todos os Contemplados do SAERJ 2012

13 maio 2010

REUNIÃO PEDAGÓGICA

Quanta alegria!!!

A nossa querida  diretora, Creusa (no centro, de blusa branca e preta) nos fez  hoje uma belíssima surpresa preparando um almoço de confraternização, o qual ocorreu após a nossa reunião pedagógica. Não podemos, também, deixar de mencionar a professora Rosana  (na frente, à direita, de blusa branca, óculos e sempre  animada e extrovertida, como só ela sabe ser.)  que, gentilmente, preparou o prato principal: escondidinho de carne seca. Humm... Estava uma delícia!

Veja outras fotos na página EVENTOS.


11 maio 2010

Copa do Mundo 2010


 
A Copa do Mundo de 2010 contará com 32 seleções. Eslováquia e Sérvia são estreantes na competição. As duas seleções estiveram presentes em outras copas do mundo como parte integrante de outras nações.

A Tchecoslováquia esteve em oito edições, sendo vice- campeã em 1934 e 1962. Os sérvios participaram de 10 copas, por meio das seleções da Iugoslávia e de Sérvia e Montenegro.


Pela primeira vez na história das Copas, a Coreia do Sul e a Coreia do Norte vão competir simultaneamente. Também é inédita a participação de duas seleções da Oceania (Austrália e Nova Zelândia) em uma mesma edição do mundial, assim como a participação recorde de seleções africanas, seis no total. Destaca-se ainda, a 19ª participação do Brasil no torneio, mantendo sua marca de ser a única seleção a participar de todas as edições.


Serão 64 jogos, entre os dias 11 de junho e 11 de julho, distribuídos entre as nove cidades-sede da competição: Bloemfontein, Cidade do Cabo, Durban, Johanesburgo, Nelspruit, Polokwane, Port Elizabeth, Pretória e Rustenburg.

Quer saber mais sobre a Copa e a África? Então conecte-se aos links abaixo.
Curiosidades das Copas
Mama África
Mandela: todas as cores da África do Sul
As lições do futebol
 
FONTE: SEEDUC: www.conexaoaluno.rj.gov.br

04 maio 2010

Vulcões: entenda os perigos e benefícios que as erupções podem trazer


03/05/10

Nos últimos dias, o mundo foi surpreendido pela erupção do Eyjafjallajökull, vulcão (com nome impronunciável!) localizado na longínqua Islândia. Os resultados, no entanto, foram sentidos de perto: algumas milhões de pessoas – muitas brasileiras, inclusive – tiveram seus voos suspensos devido à nuvem de cinzas expelida pelo vulcão islandês. Estima-se que as companhias aéreas amargaram um prejuízo de cerca de US$ 1,7 bilhão, algo comparável às perdas causadas pelos ataques terroristas contra as Torres Gêmeas, em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001.


Apesar dos transtornos causados, a imagem do vulcão em erupção fascina e suscita muitas dúvidas. Mas, afinal, o que é exatamente um vulcão e o que o faz entrar em erupção?


A professora Leila Soares Marques, do departamento de Geofísica da Universidade de São Paulo, dá a dica. “Precisamos pensar a Terra como um sistema dinâmico. No seu interior há movimento de matéria, cujos reflexos são sentidos na superfície, como a ocorrência de vulcanismo e terremotos. Em geral, os vulcões situam-se nas bordas das placas litosféricas. Quando essas placas se movimentam, ocorrem vulcões ou terremotos”, explica a professora.


Ao entrar em erupção, os vulcões expelem fragmentos de rocha, gases e lava – que nada mais é do que rochas em estado de fusão devido às altas temperaturas. Na Islândia, por exemplo, a temperatura pode chegar a até 250° Celsius quando a terra é escavada um quilômetro em direção ao centro do globo.


A lava é extremamente perigosa e pode destruir tudo o que está em volta do vulcão. O episódio mais famoso ocorreu em Pompeia, cidade italiana vizinha a Nápoles. No ano de 1979, o Vesúvio entrou em erupção, e a antiga cidade ficou submersa por suas lavas. A maioria dos habitantes não teve tempo de fugir. Até hoje é possível visitar as ruínas da cidade e observar os corpos que foram petrificados enquanto tentavam fugir das lavas.


Solo fértil e energia renovável

Mas o vulcão nem sempre é um vilão. O calor produzido por ele pode ser também fonte de uma das energias mais limpas do planeta – a energia geotérmica. A Islândia, por exemplo, que possui mais de 200 vulcões ativos no seu território, soube explorar esse potencial e hoje cerca de 60% da energia consumida no país é geotérmica.


No Brasil, onde grandes erupções ocorreram num passado bem longínquo, os vulcões deixaram uma preciosa herança: as Serras Gaúchas e a “terra roxa”, solo extremamente fértil presente nos estados do Paraná e de São Paulo. Hoje, não há nenhuma atividade vulcânica no nosso país. “Como o Brasil está situado longe das bordas das placas, há uma probabilidade muito remota de ocorrer vulcanismo”, afirma Leila.


Atualmente, os vulcões ativos mais próximos do Brasil estão na Cordilheira dos Andes – na Argentina e no Chile. Mas são os países situados ao redor do Oceano Pacífico, no chamado Cinturão de Fogo, que mais concentram esse fenômeno. Quase todos os países banhados pelo Pacífico possuem grandes vulcões, como o Paricutin, no México, o Monte Santa Helena, nos Estados Unidos, o Monte Fuji, no Japão, e o Monte Pinatubo, nas Filipinas. Apesar de não estar no Pacífico, um dos vulcões mais famosos é o Stromboli, na Itália, que está em erupção há mais de mil anos.


“Atualmente há no mundo cerca de 1.500 vulcões potencialmente ativos, ou seja, que podem entrar em erupção. No entanto, é difícil afirmar se um vulcão é ativo, pois o intervalo entre as erupções pode ser de até centenas a milhares de anos”, conclui Leila.

FONTE: SEEDUC: http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/atualidades-00.asp?EditeCodigoDaPagina=4172

03 maio 2010

Centenário de Aurélio Buarque de Holanda

Biografia

Nascido no município alagoano de Passo de Camaragibe no dia 3 de maio de 1910, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira mudou-se aos nove meses para Porto de Pedras, onde viveu a infância. A mudança para Maceió veio aos 13 anos, após morar alguns anos em Porto Calvo.

Na capital, estudou no Colégio Adriano Jorge e fez os preparatórios no Liceu Alagoano. Aos 15 anos já dava aula no curso primário, e começando a trilhar o caminho que lhe daria a fama de “mestre”.

Vivendo no Rio de Janeiro a partir de 1933, Aurélio Buarque fez de sua vida uma grande homenagem à palavra. Apesar de ter se formado em Direito na Universidade Federal do Recife, construiu uma carreira literária, atuando como contista, cronista, tradutor de clássicos internacionais (a exemplo das obras do francês Charles-Pierre Baudelaire) e revisor de autores brasileiros consagrados como Manuel Bandeira, José Lins do Rego e Raquel de Queiroz.

Foi eleito em 4 de maio de 1961 para a Academia Brasileira de Letras, onde publicou diversos artigos e críticas literárias. Porém, entre tantas contribuições à língua portuguesa, a maior delas veio na forma do mais completo dicionário já feito no país.

O dicionário Aurélio foi responsável por democratizar e desmistificar nossa língua, assimilando palavras de uso coloquial e do cotidiano em todas as regiões do país, que até então eram ignoradas pelas pesquisas lexicográficas. A obra, a qual ele se dedicou até o fim da vida, em 28 de fevereiro de 1989, até hoje permanece no posto de livro mais vendido do Brasil.

FONTE: PRIMEIRA EDIÇÃO: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=12408

30 abril 2010

VOLUNTÁRIOS DA EDUCAÇÃO

Todo mundo já precisou de uma mãozinha em algum momento da vida. Uma ajudinha simples, como uma xícara de açúcar do vizinho, ou algo bem mais complexo, como o ombro de um amigo para se consolar. Mas você já parou para pensar que muita gente não tem a quem recorrer quando precisa de uma “força”? Pois é, mas, felizmente, as ONGs (Organizações Não Governamentais) e os voluntários do nosso estado já. São eles que, com um trabalho de formiguinha, dão contribuições imensas às parcelas mais carentes da população. Neste Especial, vamos conhecer o sentido da palavra solidariedade pelo prisma do AfroReggae, do Nós do Morro, do Cinema Nosso e dos alunos da rede estadual. Em todas as suas manifestações de ajuda, o trabalho social começa com educação, evolui para autoestima e culmina com o sucesso e o reconhecimento de todos os participantes. Leia e mãos à obra!
Quer saber mais sobre o trabalho de ONGs e voluntários nas escolas?
Eles são uma mão na roda
Cantando para subir
De cima para baixo e de baixo para cima

FONTE: SEEDUC - http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/temas-especiais.asp

07 abril 2010

NO COMPASSO DA EDUCAÇÃO


Entre um dever de casa e outro, a música vem extrapolando os limites pedagógicos. Soltar a voz faz bem para melhorar a sua concentração ou até mesmo para entender aqueles problemas de Matemática. Se você curte algum instrumento musical, mãos à obra. Vale tudo: piano, violino, cuíca, o que for. Os resultados são surpreendentes, ou melhor, transformadores, como garante o diretor da Sala Cecília Meireles, João Guilherme Rippa. E os exemplos são muitos. Casos de sucesso que começaram na hora do recreio nem se fala. Com a banda gaúcha de pop-rock Fresno foi assim. Eles queriam apenas tocar no festival de música da escola e acabaram recebendo um disco de ouro.


Desde 2008, em que as aulas de música se tornaram uma componente curricular obrigatória, os alunos da rede estadual têm se destacado. François de Oliveira Freitas é um deles. Aos sete anos ganhou um cavaquinho de presente. Hoje, aos 19, faz parte do coral do CIEP 341 Vereador Sebastião Pereira Portes. Outros jovens têm o percussionista Bebeto Sorriso como exemplo. Músico da banda de Sandra de Sá e de outros artistas, ele dá aulas no projeto Sorrindo e Batucando, em Niterói, e já circulou mundo afora: Alemanha, França, Inglaterra, Dubai, Nova York. Confira as dicas de quem está se dando bem com a música.


Quer saber mais sobre alunos que se destacam na música?
ENTREVISTA: Banda Fresno – Tudo começou na escola
Retratos de jovens artistas
Som, som, som!
ENTREVISTA: Marco Lischt – Regente fala sobre o Coral Canarinhos de Petrópolis

FONTE: SEEDUC: http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/temas-especiais.